Do ponto de vista dos profissionais que atuam em uma instituição de saúde, em especial um hospital, a rotina é desafiadora. Ao longo da jornada, é preciso lidar com uma série de tarefas, na linha de frente e nos bastidores, para prestar os primeiros atendimentos, realizar exames preliminares, preencher fichas médicas, administrar medicamentos, monitorar o quadro geral de cada paciente, supervisionar equipes de técnicos e auxiliares de enfermagem, executar prescrições e atualizar prontuários, prevenir e controlar infecções hospitalares, preparar pacientes para exames e gerenciar instrumentos e apoiar – ou liderar – procedimentos.
São diferentes atividades, simultâneas, complementares e conduzidas por profissionais de diversas especialidades, com as mais variadas formações. Como gerenciar tantas demandas, respeitando normas técnicas, regulamentações detalhadas e gestão de riscos, sem perder de vista o foco no melhor cuidado para as pessoas?
O cenário é ainda mais desafiador quando se considera que uma instituição dedicada à saúde opera 24 horas por dia, sete dias por semana, com equipes que alternam turnos e reportam suas atividades para profissionais de outros times que se apresentam para assumir as funções. A estrutura precisa ser hierarquizada e organizada. Os processos devem ser claros, mas a coordenação entre diferentes áreas é especialmente desafiadora.
Articular equipes é desafiador
Como aponta um trabalho de mestrado produzido na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a atuação em equipe no cenário hospitalar apresenta muitas dificuldades e ainda é um desafio. “A organização do processo de trabalho, verticalizada e fragmentada, não contribui para atuações conjuntas dos profissionais. As áreas têm uma organização própria e, em geral, realizam seu trabalho de maneira isolada das demais. Existem poucos espaços para troca de informações, para discussões de casos e planejamento de intervenções conjuntas”, relata o trabalho.
“O cuidado aos pacientes está muito focado em realizar procedimentos com pouco espaço de escuta e de diálogo com suas condições de vida. As questões que emergiram da investigação indicam a necessidade de mudanças na organização do processo de trabalho no hospital, com a implantação de estratégias que contribuam para melhor articulação entre os diferentes profissionais que ali atuam”, prossegue o texto, que sugere a implementação de reuniões de equipe e momentos de educação permanente, de forma a transformar as rotinas em busca do cuidado integral.
Hospitais são cidades
A missão é complexa, dado que um hospital pode abrigar até 55 especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), incluindo desde cardiologia e neurologia até pediatria, dermatologia e oftalmologia – mais as equipes de atendimento, recepção, segurança, alimentação e manutenção de equipamentos.
Os maiores hospitais brasileiros chegam a ter mais de 20 mil colaboradores, ocupam mais de 600 mil metros quadrados, têm mais de 2 mil leitos e realizam até 50 mil internações todos os anos. São muitas pessoas, num setor em que erros de processo geram desperdício, ou, mais grave ainda, colocam seres humanos em risco. Tudo isso para atender a pacientes e familiares que, em geral, estão submetidos a situações de tensão e estresse.
Garantir que tantas pessoas, de tantas especialidades, atuem em sintonia, é possível. A governança é importante, assim como práticas de gestão de pessoal. O essencial, não há dúvidas, está na garantia de que, do ponto de vista do paciente e de sua família, o atendimento tenha continuidade, independentemente da gravidade do caso, do horário e do desfecho esperado.
O esforço é diário e recompensador: quando uma instituição de saúde entrega processos eficientes e empáticos, que garantem o melhor monitoramento e todas as ações necessárias para cada caso, ela salva vidas e se diferencia no mercado.
Governança na gestão de times
Ciente de que a colaboração entre profissionais multidisciplinares é essencial para a entrega de cuidados de qualidade, a 11Care cobre todas as etapas relacionadas ao fornecimento de mão de obra: recrutamento e seleção, integração e treinamento, gestão de alocação de recursos, gerenciamento de desempenho, administração de benefícios e remuneração e coordenação das relações trabalhistas.
Assim, atua diretamente na formação de times capacitados e habilitados a manterem canais abertos de cooperação e diálogo. Para as organizações, os ganhos são variados e incluem acesso imediato a uma equipe bem treinada, redução de custos operacionais, otimização e eficiência no atendimento e garantia de continuidade dos serviços prestados.
Essa dinâmica é estruturada com base no know-how da 11Care em governança, que proporciona a cultura corporativa necessária para garantir que os processos fluam e as informações geradas ao longo da jornada de atendimento sejam compartilhadas e devidamente utilizadas, com agilidade. Para as empresas, essa proposta se traduz em uma operação otimizada e baseada nas melhores práticas, em conformidade com os órgãos reguladores e ganhos para a eficiência e produtividade geral da operação.
São diferenciais importantes para hospitais, em especial, mas também para laboratórios e clínicas de saúde, que estão entre os clientes da 11Care, especialista em onboarding, integração, treinamento e capacitação de profissionais, com atuação de forma customizada, levando em consideração as necessidades específicas do segmento e da instituição