O setor de saúde se mostrou crucial durante a pandemia. Seja no atendimento aos pacientes na linha de frente, nos esforços em diagnosticar a Covid-19, encontrar possíveis tratamentos e formas de conter a expansão da doença, ou como resultado do enorme esforço investido no desenvolvimento de vacinas em tempo recorde, as empresas se desdobraram e se mostraram ágeis e resilientes.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a crise havia assumido proporções globais em março de 2020. Em março de 2025, cinco anos terão se passado. E todo o ecossistema de empresas e organizações que forma o setor de saúde foi transformado desde então. No Brasil, por exemplo, a telemedicina ganhou regulamentação e escala, assim como ganharam foco o atendimento preventivo e o cuidado com a saúde mental.
O setor agora olha para o futuro com atenção. Novos desafios se apresentam, assim como oportunidades de crescimento e consolidação das conquistas alcançadas na primeira metade desta década.
Desafios da saúde suplementar no envelhecimento populacional
Como aponta uma análise da consultoria EY, um dos maiores desafios que se apresentam para as empresas de saúde é o envelhecimento da população, uma tendência decorrente do aumento da expectativa de vida e da diminuição das taxas de natalidade. Esse novo cenário, que tende a se consolidar nas próximas décadas, deverá gerar novos desafios para o atendimento.
“Com base nos dados do censo de 2022, a população com 60 anos ou mais cresceu de 21,8 para 30,5 milhões entre 2012 e 2022, elevando sua representatividade de 11,3% para 15,0% do total da população”, aponta o trabalho. “Essa tendência também é observada no número de beneficiários da saúde suplementar nessa faixa etária, que cresceu mais rápido do que as demais faixas”. O atendimento a esta faixa etária representou 38% dos investimentos do setor em 2022, um percentual que tende a alcançar 45,2% em 2031.
Neste contexto, o setor de saúde suplementar busca avançar, mas se vê diante de alguns desafios. Segundo a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), os gastos com saúde privada alcançaram 5,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
Atualmente, são 51 milhões de beneficiários, contra 47,5 milhões em 2020 e 47,7 milhões em 2016 – o que indica que o total de participantes tem se mantido relativamente estável, enquanto o setor enfrenta um movimento de redução de 35,6% do número de operadoras desde 2010, de 1.045 para 673. A taxa de cobertura é irregular, chega a 37,7% da população no Sudeste, mas não passa de 13,4% no Nordeste e de 11,6% no Norte.
Tendências tecnológicas e soluções para o futuro da saúde suplementar
Existem formas de ampliar o acesso, com sustentabilidade financeira e soluções aderentes à nova realidade demográfica brasileira. Elas passam, por exemplo, pela expansão ainda maior da telemedicina, que, de acordo com a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), já entregou mais de 30 milhões de consultas remotas, muitas vezes, para pacientes de cidades que não teriam acesso presencial a uma determinada especialidade.
A conectividade pode caminhar junto com tecnologias inovadoras, como a Inteligência Artificial (IA), que permite aos laboratórios contribuírem com os profissionais de medicina, com algoritmos capazes de agilizar a leitura de exames, com indicações de pontos de atenção e sugestões de possíveis tratamentos.
Além disso, com dispositivos ligados por Internet das Coisas (IoT), é possível ampliar ainda mais o alcance do setor de transição do cuidado e atenção domiciliar no país. Este atendimento personalizado, no conforto do lar, gera uma série de benefícios. Entre eles, melhora a rastreabilidade, facilita a comunicação, agiliza o atendimento em casos de alertas, melhora a ocupação de equipamentos e reduz o risco de reinternações.
Do ponto de vista de gestão, outro caminho relevante passa pela terceirização de pessoal, de forma a atender a todas as demandas, especialmente em horários e dias de maior procura, contando com profissionais qualificados para cada atividade.
Proposta de valor da 11Care para transformar o setor de saúde
Para hospitais, laboratórios, clínicas de saúde, indústria de dispositivos médicos e indústria farmacêutica, a 11Care se propõe a transformar a experiência do setor, proporcionando qualidade e eficiência por meio da inovação, da tecnologia avançada e de um olhar centrado no paciente – valorizando cada vida e cada história.
A empresa está comprometida em melhorar os resultados para os clientes, por meio de processos e governança, em alinhamento com a missão de aprimorar continuamente as experiências na jornada do paciente e promover a saúde.
A 11Care é um parceiro capaz de apoiar diferentes players, em várias frentes:
- Fornecimento de mão de obra especializada, com profissionais qualificados para as diversas áreas das instituições de saúde, garantindo a eficiência e continuidade dos serviços prestados. O serviço abrange toda a jornada do profissional, desde o recrutamento até a gestão de desempenho e as relações trabalhistas.
- Serviço de transição do cuidado e atenção domiciliar, reunindo práticas e recursos destinados a facilitar a transição entre ambientes de cuidados, como hospitais ou clínicas, para o ambiente domiciliar. A empresa oferece serviços de saúde personalizados, baseados em uma avaliação detalhada do paciente. Conta ainda com uma equipe de profissionais qualificados e que fazem uso de tecnologia para garantir um monitoramento eficaz.
- Governança e gestão da operação da saúde, de forma a otimizar a operação para proporcionar cuidados de saúde de alta qualidade. Esta jornada se inicia com o mapeamento detalhado de processos e procedimentos. A partir daí, estabelece um programa completo de melhoria contínua, que inclui o uso de ferramentas para treinamento e capacitação.