Uma pessoa dá entrada em um centro médico, seja em decorrência de uma emergência, seja para realizar um procedimento programado. Passa pela recepção, é encaminhada para um leito, recebe pulseiras para carregar no pulso, vê prontuários serem posicionados perto de seu leito.
A partir daquele momento, sua vida é transformada. O uso de roupas, a alimentação, a rotina de sono, o acesso a smartphones, o contato com amigos e familiares… tudo fica diferente. É preciso renunciar a hábitos pessoais e, até certo ponto, da própria privacidade em busca de um bem maior: a recuperação da saúde ou, ao menos, a solução de um problema que coloca a qualidade de vida em risco.
Não é um processo simples, nem para a pessoa, que se vê transformada em paciente, nem para suas relações pessoais e profissionais. É natural, portanto, que a volta à rotina seja encarada com ansiedade. Este momento costumava ser materializado na alta hospitalar, no momento de deixar o hospital e voltar para casa.
Jornada de recuperação
Na verdade, nos últimos anos, tem ficado mais claro que este é um processo complexo e cheio de nuances. Daí o conceito de “desospitalização” ter ganhado espaço no setor de Saúde: trata-se de uma nova visão, focada na trajetória do paciente, a partir do momento em que ele começa a se recuperar dos procedimentos pelos quais passou.
Para além da vontade individual de retomar a rotina, existem fatores de alta complexidade que envolvem a mudança, da internação para volta à realidade que existe fora das paredes do hospital. Em muitos casos, o retorno ao lar pode marcar uma nova fase, ainda marcada pela transição – e que também participa do caminho de desospitalização.
Se por um lado a permanência em um hospital pode sujeitar o indivíduo a casos de infecção, por outro, o retorno para casa pode necessitar de ajustes para todos os envolvidos na jornada de cuidado. A boa notícia é que existem empresas especializadas nessa troca, capazes de contribuir com tecnologia e suporte humanizado.
Confira agora quatro perguntas e respostas sobre este tema, tão importante para a manutenção da qualidade de vida de todos os envolvidos.
1. Qual a diferença entre desospitalização e alta?
A alta é um momento importante para o paciente, que segue para um momento importante para a volta à rotina. E para o hospital, que encerra um ciclo relevante, na mesma medida em que libera a infraestrutura que pode ser utilizada para novas necessidades. Portanto, a alta faz parte do processo de desospitalização, e é resultado da tomada de uma série de decisões dos profissionais de saúde. O que está claro é que a desospitalização é resultado da redução da intensidade dos cuidados e, dependendo do caso, a liberação para casa, onde a atenção terá continuidade, até que a recuperação esteja plenamente concluída.
2. Qual é o momento certo de deixar um hospital e voltar para casa?
Essa decisão é crucial para o melhor desfecho para o paciente. E não é simples tomá-la. As condições clínicas fazem parte de um conjunto de avaliações, que levam em consideração a idade, o risco de precisar de reinternação, a doença tratada e as condições clínicas em geral. É preciso avaliar também os ganhos que o convívio com a família pode trazer, num cenário em que é possível acelerar a recuperação em domicílio. E, por outro lado, também atua para prevenir o risco das reinternações hospitalares, que representam um desgaste para todos os envolvidos.
3. Quais os cuidados que um paciente precisa tomar para não ser reinternado?
Ao chegar o momento tão esperado da alta, a pessoa passa por uma nova fase da recuperação, que também demanda cuidados especiais. Mesmo num ambiente conhecido, o uso correto de medicamentos, a oferta adequada de fisioterapia, se for o caso, assim como o cuidado com quedas e ferimentos durante as rotinas de caminhadas e banhos, precisa de monitoramento constante, muitas vezes 24 horas por dia.
4. Como uma empresa parceira pode ajudar os hospitais e as famílias nesse processo?
Tanto dentro do hospital quanto no período de transição em casa, orientado por profissionais de saúde, o suporte de uma empresa especializada neste método, como a 11Care, é capaz de lidar com diferentes rotinas delicadas, desde os dias de internação até o momento dos cuidados no ambiente doméstico. O apoio de um parceiro com expertise no ramo, capaz de disponibilizar profissionais bem preparados para cada demanda, é crucial.
A 11Care apoia esta jornada
Com foco em resultados para os clientes, valorização da inovação e comprometimento com elevados padrões éticos, a 11Care está preparada para contribuir com as demandas do setor, num cenário em que a desospitalização se torna cada dia mais relevante no contexto do melhor cuidado com a saúde.
O cuidado com paciente, resultado da colaboração entre profissionais de saúde e equipes multidisciplinares, alimenta a busca contínua por excelência e eficácia. Desta forma, com o apoio da 11Care, diferentes áreas do setor, de hospitais a laboratórios, conseguem alcançar o objetivo de promover a melhoria de processos e padrões em serviços de saúde.