Na medida em que o primeiro quarto do século 21 caminha para o fim, fica claro o quanto o mundo é diferente do que era no ano 2000. Uma série de mudanças, sociais, econômicas e comportamentais, moldam um novo cenário, em que a conectividade e a automação mudam rotinas, ao mesmo tempo, o cuidado humano e o foco na jornada das pessoas se tornam um diferencial competitivo muito importante para as empresas.
Neste contexto, para os próximos meses e anos, o cenário está bem posicionado para o setor de saúde: é preciso entregar mais, com mais qualidade, a custos competitivos, e para uma população menor e mais longeva. Confira agora os principais cenários que contribuem para moldar este futuro.
3 tendências para o futuro
Confira agora as principais mudanças pelas quais a sociedade e a economia vêm passando, e que vão instigar e desafiar as empresas do setor no futuro próximo.
1. Foco na prevenção
Muito comentada e analisada, a tendência de envelhecimento da população é irreversível e vai levar o sistema de atendimento a ajustar dinâmicas e rotinas. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta que, até 2070, perto de 4 em cada 10 brasileiros vão ter 60 anos ou mais. Serão 75,3 milhões de pessoas, bem mais do que o dobro dos atuais 33 milhões. A idade média da população, que era de 28,3 anos em 2000 e subiu para 35,5 anos em 2023, vai chegar a 48,4 anos em 2070.
Esse fenômeno leva o setor a ajustar a abordagem: se antes era comum diferenciar a pessoa saudável da doente, agora se projeta tratar o cuidado em saúde de forma contínua. Assim, a prevenção se desloca para o centro das ações, desde o início da vida, com o objetivo de garantir a melhor qualidade de vida, ao longo de mais anos do que as pessoas jamais viveram, em toda a história.
2. Atenção ao clima
Menos de dez anos depois de o Acordo de Paris estabelecer como meta controlar o aumento da temperatura média global em no máximo 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais, em 2024 o mundo superou esse limite e se tornou o ano mais quente desde a metade do século 19. Todos os setores da economia já são atingidos por esse fenômeno. No caso da saúde, o impacto se dá de maneiras diversas.
Ondas de calor, aumento da demanda por atendimento de emergência em caso de inundações e desabamentos e ampliação do impacto de doenças tropicais sobre a população. As consequências vão pressionar o setor na direção de melhorar a capacidade de atendimento para crises de grande escala. Como se viu com as enchentes no Rio Grande do Sul, vai ser preciso atender muitas pessoas, ao mesmo tempo, sem contar com as condições ideais de infraestrutura.
3. Tecnologia e humanização
A IA, a sigla do momento, está na rotina das pessoas e das empresas, e por um bom motivo: a automação leva eficiência e assertividade a processos repetitivos, com grandes ganhos para a análise de grandes volumes de dados. A tecnologia já apoia, por exemplo, os médicos na análise de exames de imagem altamente complexos.
A ferramenta alcança o melhor de seu potencial quando é gerenciada e orientada com dados bem coletados e filtrados, uma tarefa que se aplica aos profissionais humanos. Além disso, os insights ágeis gerados pela tecnologia apoiam o trabalho mais capacitado e preparado dos profissionais, que passam a ter tempo para se dedicar a tarefas mais complexas junto aos pacientes.
A 11Care apoia o setor
Garantir a qualidade e a eficiência dos cuidados de saúde por meio da inovação, da tecnologia e de um olhar centrado no cuidado humanizado de pacientes e colaboradores. Esta é a proposta de valor da 11Care para o setor.
Com base em processos e governança, a empresa atua para seus clientes melhorarem os resultados clínicos, otimizarem processos operacionais e elevarem a produtividade, sempre com foco na segurança, na busca pela acreditação e no fortalecimento da responsabilidade social. São agendas alinhadas com os principais desafios que se apresentam sobre todo o ecossistema que forma o setor, entre hospitais, laboratórios, clínicas de saúde, indústria de dispositivos médicos e indústria farmacêutica.
A 11Care atua na alocação de mão de obra especializada. Apoia a disponibilidade de profissionais qualificados, de acordo com a demanda, de forma a assegurar continuidade e eficiência nos serviços prestados. O serviço abrange toda a jornada do profissional, desde o recrutamento até a gestão de desempenho e as relações trabalhistas.
Também contribui com soluções que viabilizam o serviço de transição do cuidado e da atenção domiciliar, que concilia tecnologia e suporte pessoal especializado para garantir que a fase final da recuperação dos pacientes aconteça no conforto do lar, com segurança. A terceira frente é a de governança e gestão da operação da saúde, que otimiza a operação, segundo um mapeamento detalhado de processos e procedimentos, com base nos quais é estabelecido um programa completo de melhoria contínua, que inclui desde uso de ferramentas, treinamento e capacitação.
